domingo, 24 de maio de 2009

Bompreço: MAUatendimento




A fila só podia estar grande! Poucos caixas tinham atendentes e os outros eram ocupados por "Aderbal" e "Zé ninguém"- funcionários de honra do mês!!!!!!




Como se não bastasse, depois do longo período de espera, fui privada do serviço de empacotamento. Estava cansada de tanto esperar e não sabia que o que me esperava era o exercício de um serviço pelo qual eu não sou paga: empacotar as minhas compras.


Aí não dá, né?

Não empacotei. Me dirigi à funcionária do caixa que me encaminhou para a Fiscal, que fez pouco caso da minha situação e que não deu solução. Enquanto isso, clientes que compartilharam esses momentos de stress comigo empacotaram as minhas compras?

Justo? Eu pergunto!

Um supermercado que ganha mundos e fundos de dinheiro não coloca à disposição dos seus clientes o número de funcionários suficientes pra garantia de um serviço no mínimo digno?

A sociedade está em crise. As pessoas desconhecem os seus direitos e deveres e outras conhecem, mas fazem pouco caso deles quando eles tiram seus injustos privilégios!


Saí daquele lugar me sentindo sugada, explorada e mal tratada.

Mas a palavra de Deus me responde:
Alguns há que espalham, e ainda se lhes acrescenta mais; e outros, retêm mais do que é justo, mas é para sua perda. Provérbios 11:24


Homem, onde está o seu coração?
Não há mal em ter grandes posses. O mal está em amar mais o lucro do que o próximo.


Bompreço, quanto desrespeito!

Vigília ABU


Eu amo aos que me amam, e os que de madrugada me buscarem, me acharão.
Provérbios 8:17
Na madrugada do dia 23 de maio, das 22h do dia anterior às 6h da manhã, a ABU Salvador se reuniu no Anexo II da Igreja Batista do caminho das Árvores com propósito de orar, louvar, adorar e compartilhar. Vivemos momentos importantes nesse dia e pra mim especiais, por ser primeira vigília, e por ter me relacionado com Deus de uma maneira diferente naquele lugar .

As Universidades, professores, colegas, amigos foram motivos de orações naquele lugar.

sábado, 16 de maio de 2009

Movimentos estudantis cristãos recebem calouros na UNEB

A UNEB iniciou seu o semestre 2009.1 em maio e movimentos estudantis cristãos recebem calouros com muita animação, debates e campanha. Os dias de recepção foram marcados de momentos importantes para os movimentos ABU e Alfa e Ômega que atuaram em parceria com o objetivo de divulgar as atividades promovidas por estes grupos na UNEB.


Contamos com a presença de palestrantes que participaram da mesa redonda "Referencial: qual o seu modelo de vida?":

Os movimentos tomaram conta do Departamento de Educação divulgando suas ações na Universidade:


Pra saber mais sobre a ABU na UNEB visite
http://www.abuuneb.blogspot.com/.
E para saber um pouco mais sobre o que é ABU,
visite: http://www.abub.org.br/!!!!



Workshop

Aconteceu na FACOM o I Workshop Realidade Sintética de Jogos Eletrônicos, Comunicação e Cultura, realizado pelo Realidade Sintética. Luiz Adolfo, Paolo Bruni e Thiago Falcão discutiram o assunto durante os dias 28, 29, e 30 de abril. A galera que curte e estuda jogos fez esteve lá...





e nós, do Grupo de Pesquisa Comunidades Virtuais, marcamos presença no evento:


A galera reunida!



quarta-feira, 6 de maio de 2009

Bora baêa


AnDReSSa:
Ilusão hein Tati????? kkkkkkkkkkkkkk!!!!SOU TRI NEGOOOOOOOOOOOO!!! rsrsrsValeu pelos parabéns gatinha!

Tatiana:
Desculpa, eu não consigo ler seu recado.
É que tem duas grandes estrelas em meu peito que insistem em brilhar e a luz é tão forte que n consigo visualizar bem seu recado.
Peço desculpas, é que meu time é bicampeão brasileiro; e por mais que o tempo passe, não consigo apagar essas marcas da sua trajetória.
[]'s

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Imaginário real

Bom é transitar com você de cá pra lá e de lá pra cá. Interpretações e papéis: caminhos para dizer o querer e veredas pra falar o desejar. Quem sou eu? Quem é você? Quem somos nós cambiando realidade e prazer? Momentos a dois somos um querer e um sorrir. E nessa hora a platéia não vai nos parar, estamos envolvidos num só olhar. Numa cena em que o script orienta: é hora de compreender o que os olhos querem falar. Luz e Ação: aumentem o áudio do coração. É hora de a verdade falar! E quem vai acreditar? Imaginário e realidade diferenciar! Essa prosa não tem pé! Na minha vida você não deu as caras ou as máscaras (como quiser). E eu espero a hora do encontro e do sorriso; do abraçar e do gargalhar. E no palco da vida real, espero o momento de em cena entrar, e juntos incorporarmos um belo par.

Lendo para dentro

Recortar um texto em pedacinhos e ler um dos trechos! Dá pra entender o que o autor quis dizer no texto? Não, né?! E se eu ler o texto todo? Posso dizer que consigo ter uma melhor compreensão e acabo agregando sentidos a ele! É o que acontece conosco em nossas andanças como leitores. Os fragmentos não nos dão idéia do todo e o contato com o texto integral nunca nos revelará o TODO em si. As palavras, os textos, as músicas estão cheios de vazios que se instituem como parte fundamental da obra. Do 'não dito' emergem uma vastidão de significados; e aliado ao que é dito, se formam bilhões de versões de um mesmo texto que é lido por várias cabeças representantes de diversos mundos. Bom? Muito bom! As multi versões que são criadas dos textos fazem dos livros esse mundo fantástico que atrai milhares de pessoas.
Os livros, os filmes, as músicas... A todo tempo buscamos interpretá-los; no entanto, sabemos que paira sobre nós (a carapuça veste a quem couber) o peso de um povo analfabeto que codifica, mas efetivamente, não lê. E sofremos as graves conseqüências disso. Mas existe uma obra mais profunda do que essas sobre as quais falamos até aqui. Essa obra está mais perto de nossos olhos do que um texto de revista que lemos numa poltrona em um domingo a tarde. Ela é a nossa própria vida.
Somos um povo que sabe decodificar. CA+SA= CASA (e só). Não sabemos interpretar. É o que acontece no nosso dia-a-dia. O garoto que usa maconha=maconheiro; a menina que beija vários garotos=periguete; o garoto que rouba=ladrão. Aprendemos a decodificar realidades e estacionamos nas aparências, na superfície. E o pior de tudo é: se não conseguimos verdadeiramente ler e interpretar a vida do outro, que está diante dos nossos olhos, que dirá as nossas vidas. Essas parecem pertencer a uma caverna inexplorável que é o nosso EU. A geração fast food aprendeu a receber tudo pronto, quase mastigado, sem interessar pela origem daquilo que ingere, nem mesmo seus efeitos. E hoje ela é a geração com olhos fitados no superficial, decodificadora, que não sabe ler a sua própria trajetória. Mas que tal ir à fonte? Que tal conhecermos a origem, o autor dessa obra que é a nossa vida? É este autor que pode nos ajudar a compreender as entrelinhas do texto da vida. O manual da vida está aberto e o seu Autor está disposto a revelar suas entrelinhas para aqueles que se reconhecem como obra do Grande Artista!