se de pedra fosse
gostas de mar não escorreriam do meu rosto
se de pedra fosse
sem medo do penhasco eu rolaria
se de pedra fosse
por humanos não me atrairia
porque a pedra dura amanhece e seca permanece
rola pelos campos e dor não sente
recebe carinho e olhares
mas nada lhe é atraente
sonho de ser pedra
insensível à luz e à escuridão
mas sai o Sol
entra a Lua
eu espero amanhecer
escuridão nos pensamentos
desejo de laços romper
eu vejo sangue
me machuco
me reviro
veja meu sangue
olho para o horizonte
nos montes vejo pedras
quem as atirará?
eis que avisto
figura de dor
carne e sangue como eu
por corações de pedra desprezado
e eu agora queria ser de todas as pedras
aquelas pelas quais gotas do seu sangue rolaram
sábado, 28 de novembro de 2009
domingo, 23 de agosto de 2009
D'alva
brilhantina de menina
pequenina a brilhar
na tarde ou na matina
seja noite ou seja dia
do Sol se aproxima
solitária
sem um par
.
.
uma luz a refletir
raios a divergir
e convergir, quem irá?
.
.
olha para Dalva
doce solidão
.
.
desejo de ser Maria
pois só assim saberia
qual razão as unia
.
.
mas pobrezinha
nem sabia
que parece ser estrela
mas estrela nunca seria
.
.
solidão vem devagar
pra um brilho ofuscar
.
.
mas o cruzeiro aponta
dá um sinal
passa o dia
chega a noite
vai em busca do farol
.
.
eis a Resplandecente da Manhã
a Dalva manifestar
e neste dia irá dizer
por que solidão é dura de amargar!
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
partida
são pedaços
é um vaso
é pisado
rejeita olhares
é pó
é caco
é molde
é projeto
desconhecido
mãos que apertam
um aperto
gotas derramadas
dói!
labaredas vindouras
uma esperança:
ser pedra
mas se é vaso
ainda quebra
é um vaso
é pisado
rejeita olhares
é pó
é caco
é molde
é projeto
desconhecido
mãos que apertam
um aperto
gotas derramadas
dói!
labaredas vindouras
uma esperança:
ser pedra
mas se é vaso
ainda quebra
sábado, 8 de agosto de 2009
Floruna
ei!
entendi
a flor
não é mais a mesma
o calor
esfriou
quem cantava
já não canta mais
a voz silenciou
e agora?
faço com que traço?
paro
penso
embaralho
uno?
desacarto palavras
enlaço nós
e nós ficamos por aqui
conversa sem fim
tem ponto terminal
terminal de sete destinos
e agora
a escolha é minha
a escolha é sua
um novo caminho
uma nova flor
entendi
a flor
não é mais a mesma
o calor
esfriou
quem cantava
já não canta mais
a voz silenciou
e agora?
faço com que traço?
paro
penso
embaralho
uno?
desacarto palavras
enlaço nós
e nós ficamos por aqui
conversa sem fim
tem ponto terminal
terminal de sete destinos
e agora
a escolha é minha
a escolha é sua
um novo caminho
uma nova flor
sábado, 1 de agosto de 2009
Além de mim
"Eu não sou daqui também marinheiro
Mas eu venho de longe
E ainda do lado de trás da terra além da missão comprida
Vim só dar despedida"
L.H.
Intinerante de uma viajante
Que sem meia caminha
A semear
Sem meios termos
A vida é viajar
As paradas eu já não sei
E quem mais vou encontrar?
Ali deixei sementes
Frutos doces e de amargar
Trago lembranças comigo
Pra das raízes não largar
Moça forte, moça firme
Sabe a dor de caminhar
Gente cantante, gente sizuda
Terra de pedra, ou de areia
Deixa o vento me levar
Canterei seu amor
Por onde eu passar
A rima me irrita
Mas não consigo evitar
Que seja expressão de sintonia
entre teu mover e o meu falar
domingo, 26 de julho de 2009
Marcharemos
"Nós queremos ouvir tua voz
Teu louvor sempre esteja entre nós
Queremos ser Senhor mais sábios na verdade e no amor
Marcharemos na coragem do Senhor
Marcharemos cheios de coragem
E seguiremos seja onde for
Embora a dor nos cerque na viagem
Marcharemos na coragem do Senhor
E quando a escuridão da noite descer
Queremos só pela graça e fé viver
Com esperança e com coragem
Na alegria ou na dor
Marcharemos na coragem do Senhor
Marcharemos cheios de coragem
E seguiremos seja onde for
Embora a dor nos cerque na viagem
Marcharemos na coragem do Senhor"
ABUB
Teu louvor sempre esteja entre nós
Queremos ser Senhor mais sábios na verdade e no amor
Marcharemos na coragem do Senhor
Marcharemos cheios de coragem
E seguiremos seja onde for
Embora a dor nos cerque na viagem
Marcharemos na coragem do Senhor
E quando a escuridão da noite descer
Queremos só pela graça e fé viver
Com esperança e com coragem
Na alegria ou na dor
Marcharemos na coragem do Senhor
Marcharemos cheios de coragem
E seguiremos seja onde for
Embora a dor nos cerque na viagem
Marcharemos na coragem do Senhor"
ABUB
terça-feira, 2 de junho de 2009
Aula de metodologia do ensino da História
Olá pessoal,
estou aqui na aula de Met. do ensino de História pensando o que é e como podemos usar a WebQuest no processo de ensinar e aprender através de blogs.
Que legal! Vamos blogar, turma!!!!
estou aqui na aula de Met. do ensino de História pensando o que é e como podemos usar a WebQuest no processo de ensinar e aprender através de blogs.
Que legal! Vamos blogar, turma!!!!
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